Biografia dos Santos

São Domingos Sávio

Posted on: abril 18, 2010

Biografia de São Domingos Savio pelo Vaticano

Seu único interesse era Deus e o modo como fazer com que os outros concentrassem as suas energias para servi-Lo melhor. Aquilo que lhe faltava a nível de força física, ele recuperava em excelência moral, em fortaleza de coração e em aceitação da vontade de Deus, qualquer que esta fosse.

A primeira biografía da vida de Domingos foi escrita pelo seu mestre, São João Bosco, e destas páginas nasceram muitas vocações, inclusive a do futuro Papa Bento XVI que, com tanta ternura, admirava a Obra da Infância Missionária.

Domingos faleceu com apenas quinze anos de idade, no dia 9 de março de 1857. Sua Santidade o Papa Pio XII canonizou-o no ano de 1954. Exatamente há 50 anos.


«Como São Domingos Sávio, que todos sejam missionários do bom exemplo, da boa palavra, da boa ação em família, com os vizinhos e com os colegas de trabalho! Com efeito, em todas as idades pode-se e deve-se dar o testemunho de Cristo! O compromisso do testemunho cristão é permanente e quotidiano!»

(S. S. João Paulo II, Homilia de 7 de dezembro de 1997)

Fonte: http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cevang/p_missionary_works/infantia/documents/rc_ic_infantia_doc_20090324_boletin12p11_po.html

Biografia de Terésio Bosco – São Domingos Sávio

Domingos sempre ótimo filho

Tristeza estampada no rosto, Carlos Sávio ia ruminando tais idéias, ao retornar a casa no fim da jornada. De repente, porém, seu rosto se abre num sorriso: sabe que, na curva do caminho, aguarda-o o filho Domingos. Ei-lo. Soltando um grito agudo, precipita-se ao seu encontro, segura-lhe a mão, tenta agarrar a enxada, e acaba carregado ao colo. Pai e filho vão ao encontro de mamãe Brígida, que já deixou a mesa preparada e os espera à porta de casa.(p.5).

O pai não sabia ler nem escrever, mas trabalhava bem como ferrador, e complementava as parcas entradas trabalhando como camponês. Mamãe Brígida era costureira e dona de casa. Mulher simples, mas trabalhadora e educada, ensinava os filhos a trabalhar e rezar.(p.5).

Esperava no frio a missa começar

P.João chegava à igreja para rezar a primeira Missa. Com o frio que fazia, duvidava que houvesse gente para a Missa naquela hora. Ainda longe avistou Domingos Sávio…O bom padre ficou pasmado: – Que está fazendo aqui, Domingos? O menino estremeceu. Estava transido de frio. – Estou esperando a Missa começar. – Entre, entre, está fazendo muito frio. Vamos preparar o altar.(p.6).

Sempre dócil com aqueles que o ofendiam

Era obrigado a tratar com jovens malcomportados e levianos, mas nunca pude surprendê-lo a brigar. Se surgia alguma discussão, suportava com paciência os insultos dos colegas e afastava-se logo. Não me recordo de tê-lo visto tomar parte em divertimentos perigosos, ou de algum modo perturbar a aula. Muitos colegas convidavam-no a acompanhá-los nas peças que pregavam a pessoas de idade avançada, a atirar pedras, a roubar frutas ou danificar plantações; com muito jeito desaprovava-lhes o procedimento e recusava-se a participar de suas traquinagens.(p.8).

Era sensível com o sofrimento alheio

Um dia, dois alunos haviam armado um das suas, e o P.João, na presença dos outros meninos, empunhou a varinha flexível e bateu de verdade. Ao ver os dois coitadinhos chorar de dor, Domingos prorrompeu em pranto. E ao colega que lhe perguntou porque, respondeu: ‘Preferia que o professor batesse em mim’.(p.9)

Comunhão com apenas 7 anos

1849…eram tempos em que a Primeira Comunhão se fazia aos doze anos ou, no máximo, aos onze…Assim o P.João pôde anunciar a Domingos: “Dia 8 de abril, festa da Páscoa, vou dar-lhe a Primeira Comunhão. Ao saber disso, os conterrâneos resmungaram: “A Primeira Comunhão? Mas ele só tem sete anos!…”. Mas Domingos, aos que pensavam que o P. João estivesse cometendo um disparate, provou que mesmo aos sete anos pode-se estar preparado para receber Jesus dignamente.(p.10).

Lembranças de minha Primeira comunhão:

1-Confessar-me-ei com muita freqüência e farei a Comunhão todas as vezes que o confessor permitir

2- Quero santificar os dias santos

3- Meus amigos serão Jesus e Maria

4 – A morte, mas não o pecado

Sua escola era longe, mesmo assim, ia a pé

Chegou-se por fim a uma decisão: iria de manhã e de tarde a Castelnuovo. Sapatos às costas e pés no chão, começou sua peregrinação à escola municipal. Cinco quilômetros de ida pela manhã e cinco de volta à tarde. Contava dez anos!(p.15).

Anjo da Guarda

Uma vez, um camponês que também ia a Castelnuovo, ao mercado, perguntou-lhe:

-Você não tem medo de andar sozinho por estes caminhos?…

-Nunca estou só, respondeu Domingos. – O anjo da Guarda sempre me acompanha.

Recusa à maus conselhos

Os coleguinhas voltaram à carga:

-Vem conosco para uma nadadinha?

-Não, obrigado. Acho perigoso.

-Perigoso, nada! Nós lhe ensinamos a nadar. Venha!

-Quem lhe disse isso? Não vê que todos vão?

-Isso não quer dizer nada. De todo o jeito, vou primeiro pedir licença à mamãe, e se ela deixar…

-Está louco? Falar com sua mãe? Se nossos pais souberem a gente apanha.

-Se nossos pais não gostam, quer dizer que a coisa não é boa, e por isso não vou. Vocês me enganaram uma vez, por que querem enganar-me de novo? Acho que seria melhor vocês não irem também.(p.18).

Calou-se mesmo quando acusado injustamente

Dois moleques, depois de cochichar alguns instantes, esgueiram-se pela porta. Pouco depois, tornaram a entrar com dois blocos de neve, e sem que ninguém percebesse, meteram-nos na estufa. Produziu-se uma grande fumaça, e a neve derretida começou a escorrer como um riacho que se espraiou pela sala. Uma brincadeira de muito mau gosto. Foi quando chegou o P. Cugliero. Ao ver a água escorrer da estufa, aproxima-se com a cara fechada e tira a tampa…Depois, encolerizado, volta-se para os alunos.

-Quer dizer que vamos estar bem aquecidos não é? Quem foi? – A voz é bem severa…Com cara dura um deles se levanta, aponta o dedo acusador para Domingos Sávio: “Foi ele!”. O outro confirma sem titubear: “Sim, foi ele!”. O P.Cugliero caiu das nuvens:

-Domingos!Logo você! Nunca poderia imaginar!

Na hora, Domingos nem entendeu de que o acusavam…Levanta-se prontamente…ninguém o defende..No entanto todos tinham visto…

O professor continua: Ainda bem que é sua primeira falta. Não fosse assim, eu o teria expulsado da escola!

Todavia, no fim da aula, um dos que haviam visto os moleques armarem aquela peça já não agüenta mais…Dirige-se ao P.Cugliero e conta tudo. O bom professor mais uma vez cai  das nuvens:

-Mas por que, então…Esse bendito rapaz bem que poderia ter falado….

No dia seguinte, humilhado por ter castigado um inocente, diz a Domingos:

-Por que você não disse que não foi você?

Domingos sorriu:

-Não faz mal. Pensei que os dois seriam expulsos, e eu não queria. Quanto a mim, esperava ser perdoado. E depois…pensei em Jesus…Ele também foi injustamente acusado.(p.22).

São Domingos Sávio e Dom Bosco

O P.Cugliero era conterrâneo e amigo de Dom Bosco, e pensou que a seu lado Domingos Sávio poderia receber excelente formação…2 de outubro de 1854. O patiozinho na frente da casa do irmão de Dom Bosco foi o lugar do primeiro encontro.(p.23-24).

Daí-me almas e ficai com o resto

Perguntou o significado das palavras penduradas à parede. Dom Bosco ajudou-o  a traduzir: “Daí-me almas, Senhor, e ficai com o resto”. Era o lema que Dom Bosco escolhera para o seu apostolado.(p.28)

Bom exemplo

Aplicou-se com ardor ao estudo. Estudava e procurava compreender bem o catecismo. Mantinha-se afastado dos companheiros levianos, negligentes, desleixados. Procurava amigos entre os melhores, os mais estudiosos e exemplares.(p.31).

Guerra contra o pecado

Dia 28 de novembro, antes que a novena começasse, Domingos Sávio subira ao quarto de Dom Bosco:

-Domingos, você vai fazer alguma coisa par Nossa Senhora durante esta novena?

-Antes de mais nada, queria confessar-me para preparar bem minha alma. Depois, quero cumprir exatamente as ‘flores’ que o senhor aconselhar todos os dias da novena. Depois, quero comportar-me bem, para poder fazer a Comunhão todas as manhãs.

-Mais nada?

-Mais uma coisa. Quero declarar guerra impiedosa ao pecado mortal.

-E quero pedir muito, muito a Nossa Senhora e a Jesus…que me façam antes morrer que deixar-me cair num pecado venial contra a modéstia.(p.32-33).

Devoção à Maria

Domingos Sávio dirigiu-se ao altar de Nossa Senhora, tirou do bolso um papel em que havia escrito algumas linhas longamente meditadas, e consagrou-se  Maria…

“Maria, eu vos dou meu coração; fazei que seja sempre vosso. Jesus e Maria, sede sempre meus amigos! Mas, por piedade, fazei-me morrer antes que me aconteça a desgraça de cometer um só pecado”.(p.34).

Simplicidade

Eis o que escreve seu professor:

“Não me lembro de ter tido aluno mais atento, dócil e respeitoso que Domingos Sávio. Mostrava-se modelo em todas as coisas.

Não tinha afetação alguma na roupa e no cabelo; mas na modéstia das roupas e em sua humildade…mostrava-se bem-educado, cortês…(p.36).

Com o Crucifixo, Domingos, evita uma briga de dois meninos

Muniram-se ambos de cinco pedras…deslocaram-se para o canto de um prado, mediram vinte passos de distância…Domingos saiu correndo, abriu caminho, meteu-se no espaço livre entre os dois briguentos.

-Saia daí – gritou um deles, já empunhando a primeira pedra. –Tenho de ajustar contas com aquele covarde, e é inútil você querer fazer seu sermão.

Domingos encarou-o tristonho. Que fazer?…Pegou o pequeno Crucifixo que trazia ao pescoço e correu ao encontro do que se achava mais perto:

-Olhe o Crucifixo! – ordenou- e se tiver coragem, repita: “Jesus morreu perdoando os seus algozes. Eu, ao contrário, não quero perdoar, quero vingar-me até o fim!” O rapaz olhou para ele e resmungou:

-Que é que tem que ver isso?

Domingos percorreu os vinte passos que o separavam do outro e repetiu-lhe também a ele em tom de quem manda:

-Olhe o Crucifixo! E se tiver coragem repita: “Jesus morreu perdoando os seus algozes. Eu, ao contrário, quero vingar-me.

Este último era um bom rapaz, e ficou impressionado. Então Domingos segurou-o pela mão e arrastou-o para perto do outro:

-Mas por que é que se querem machucar? Por que querem causar desgosto aos pais e a Deus? Jesus perdoou a quem o matava, e vocês não são capazes de perdoar uma ofensa, feita num momento de raiva?

Domingos calou-se, mas continuou a encarar com tristeza os dois inimigos, sempre apertando na mão o pequeno Crucifixo. As pedras caíram no solo.(p.42-43).

Desejo de ser santo

Naquele domingo, Dom Bosco falou da santidade, e dividiu o argumento em três pontos:

  1. É vontade de Deus que todos nos tornemos santos.
  2. É muito fácil conseguí-lo
  3. Há um grande prêmio preparado no céu para quem se faz santo.

Desde então, Domingos começou a sonhar, e seu sonho foi a santidade: “Deus me quer santo, quero, pois, tornar-me santo.”(p.44).

Fórmula de Dom Bosco para a santidade:

-Vou dar-lhe a fórmula da santidade. Preste bem atenção. Primeiro:alegria. O que inquieta e tira a paz não vem de Deus. Segundo: deveres de estudo e de piedade. Atenção na aula, aplicação ao estudo, empenho de rezar bem. Tudo isso não por ambição, para receber elogios, mas por amor de Deus e para tornar-se um verdadeiro homem. Terceiro: fazer bem aos outros. Ajude os colegas sempre, mesmo à custa de sacrifício. A santidade está toda aí.(p.47).

Louvava a Deus quando alguém murmurava

Um colega de Domingos viu-o em dado momento tirar o chapéu e murmurar algumas palavras. Perguntou-lhe:

Que está dizendo?

E Domingos:

-Você não ouviu? Aquele carroceiro tomou o nome de Deus em vão. Pudesse ir ter com ele, dir-lhe-ia que não o fizesse mais, mas tenho medo de que faça pior. Contento-me então em dizer: Louvado seja Jesus Cristo, para reparar a ofensa ao Senhor.

Prestativo

Jovens…abandonados…postos de lado…esses eram os amigos prediletos de Domingos Sávio…quem tinha algum aborrecimento ia desabafar com ele. Se havia algum doente na enfermaria, o enfermeiro mais procurado, mais benquisto era sempre Domingos…”

Mamãe Margarida, disse um dia a seu filho: “Padre João, tens aqui no Oratório muitos jovens bons, mas podes acreditar em mim, bons como Domingos Sávio não há nenhum”.(p.60).

Mostrava-se sempre disponível. Houvesse um doente precisando de assistência, um colega de um repasse, um quarto para ser arrumado, estava sempre pronto. Chegou a emprestar suas luvas de lã a um pequerrucho que tremia de frio.(p.70).

Se podia prestar pequenos serviços aos companheiros, fazia-o de boa vontade. Limpava os sapatos, escovava a roupa, fazia a cama dos doentes, e dizia:

…-Cada um faz o que pode. Eu não sou capaz de fazer grandes coisas. Sei penas fazer essas coisinhas. Espero que Deus as acolha em sua bondade.(p.87).

Os grandes santos eram um exemplo no caminho da penitência: Santa Catarina de Sena tratava os ulcerosos com as próprias mãos; São Carlos e São Luís morreram entre os empestados, São Francisco abraçava os leprosos.(p.88).

Férias

Domingos pensava: “Minhas férias não serão a vindima do diabo, mas a messe de Nosso Senhor”…Aos pequenos ensinava o catecismo, levava-os à igreja, contava-lhes a vida de Jesus.(p.63).

Domingos Sávio ajuda a cuidar dos enfermos

Dom Bosco reúne seus quinhentos jovens:

-O prefeito lançou apelo aos corajosos. Se algum de vocês está disposto a sair comigo para ajudar os colerosos, garanto em nome da Virgem Maria que nenhum de nós será atingido pela doença. Contanto que conserve a graça de Deus e traga consigo uma medalha de Nossa Senhora. Naquela mesma noite, quarenta e quatro, dentre os maiores, ofereceram-se como voluntários. Entre eles, Domingos Sávio. (p.67).

A obra-prima de Domingos

A assembléia encarregou três membros de escrever um primeiro regulamento da Companhia, o qual deveria ser aprovado e praticado por tosos. Foram encarregados: Domingos Sávio, de 15 anos; Jose Bongioanni, de 18; e Miguel Rua, auxiliar de Dom Bosco e professor dos colegas. (p.71)

Exortação ao colega

Aconteceu um dia que um menino recebeu, não se sabe de quem, um jornal ilustrado que trazia algumas figuras não muito decentes. Dois ou três amigos começaram a folheá-lo, e depois juntaram-se outros mais. Olhavam e riam. Domingos que andava por aí, aproximou-se. Abriu caminho, tomou o jornal das mãos do dono e fê-lo em pedaços; Houve quem quisesse protestar. Domingos, sem lhes dar tempo, protestou primeiro.

-Desse jeito não vai. Coisas inconvenientes não devem entrar em nossa casa!

-Mas era só para rir.

-Você quer ir rindo para o inferno?

Ninguém mais se atreveu a protestar. Voltaram aos brinquedos.(p.78).

Dom Bosco proíbe à São Domingos Sávio as penitências

Proíbo-lhe absolutamente qualquer penitência. Antes tem que me pedir licença. Entendidos?…a penitência que Deus quer de você é a obediência. Obedeça, e isso basta para você.

-E não poderia permitir-me qualquer outra penitência?

-Sim – respondeu Dom Bosco. – Permito-lhe suportar com paciência as ofensas; tolerar com resignação o calor, o frio, o cansaço e todos os incômodos de saúde que Deus permitir.(p.84).

Mortificação dos sentidos

Olhava somente o que queria olhar. O resto era como se não existisse para ele. De início esse controle custou-lhe bastante: sofreu até uma violenta dor de cabeça. Mas conseguiu.

-Quero servir-me deles – respondeu com simplicidade – para contemplar o rosto de nossa Mãe do Céu, Nossa Senhora, quando for vê-la no paraíso.

…Também ao falar, Domingos sabia mortificar-se. O silêncio no estudo, na aula, na igreja…Ofendido, em vez de retrucar, sabia perdoar e sorrir…Escreve Dom Bosco: “Jamais seus lábios proferiram uma palavra de queixa.(p.86).

Lia o livro imitação de Cristo

Além de Kempis eu li o ‘Tesouro Oculto da Santa Missa’ do beato Leonardo. Se achar bom faça o mesmo.’(p.97).

Boa-morte

Domingos também fazia o seu Exercício da Boa Morte todos os meses….”um Pai-Nosso e uma Ave-Maria pelo primeiro que morrer dentro nós.”

Não se deve dizer ‘pelo primeiro que morrer dentro nós’ – insistia – mas, ‘por Domingos Sávio, que morrerá por primeiro. (p.109).

Morte de Domingos Sávio

O dr. Cafasso examinou-o e declarou:

-Trata-se de uma inflamação. Assim se chamava então a pneumonia.

Era o dia 9 de março de 1857. Chegou o pároco para uma última visita…

Meu querido pai, está na hora…Tome o meu livro de orações..e leia-me as orações da boa Morte.

…Era noite de 9 de março de 1857. Domingos nascia uma segunda vez. Para o céu.

Visão de Domingos Sávio no céu

Trinta dias eram passados da morte de seu filho, e o pobre pai, crutindo a dor ainda viva e profunda daquela perda, não podia dormir.  Eis senão quando parece-lhe abrir-se o teto do quarto, e grande luz espancar a escuridão. Em meio à intensa claridade delineia-se a imagem de seu Domingos, rosto sorridente e alegre, aparência majestosa e bela. Carlos Sávio ficou fora de si pela admiração. Depois balbuciou:

-Oh, Domingos, Domingos! Como vai? Onde está? Já está no céu?

-Sim, papai – respondeu – Estou de fato no céu.

-Oh, Domingos..Se Nosso Senhor lhe concedeu tão grande graça, peça-lhe por seus irmãos e irmãs, para que um dia possam juntar-se a você…E peça-lhe também por mim e por mamãe, para que todos nos possamos salvar e reunir-nos no céu.

Domingos sorriu seu sereno sorriso e respondeu:

-Sim, papai, sim. Rezarei.

A luz desapareceu, e o quarto voltou à escuridão.(p.126-127).

Santo

Pio XI declara Domingos Sávio ‘ Venerável’. Pio XII declara Domingos Sávio Beato.

Pio XII declarou Santo Domingos Sávio em 12 de junho de 1954.(p.137-138).

Fonte: São Domingos Sávio. Terésio Bosco. 2007. Editora Salesiana.

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